Tendo passado rapidinho por Recife-Pe voei alto para Belem-Pa- cidade das mangueiras, com Ernesto na bagagem. Marido paraense e a empresa o mandara para lá a trabalho. Passamos dois anos e me senti pela primeira vez fora do meu mundo….(ahhh lugarzinho de hábitos e costumes diferentes dos nossos). Quantos momentos difíceis (de comunicação) tive que passar.
Faz sim já algum tempo mas lembranças ainda estão vivas na minha memória; a diversidade de frutos desconhecidos: açai, pupunha, cupuaçu etc e os pratos: o tacacá nas cuias e o caruru (paraense) com arroz, vendidos nas principais avenidas e praças em barraquinhas com panelas de alumínio de um brilho intenso e forradas de branco (ai que saudades que dava das bancas de acarajé da Bahia). E ainda, a maniçoba, o pato no tucupi hummmmmm. Como se não bastasse, a linguagem que me surpreendia sempre…os terçados (facão), os paneiros (cestos) etc.
Lembro-me com clareza da pontualidade quase britânica nos terminais de ônibus e nos compromissos de modo geral. E eu não estava acostumada com isso. Ahhh Belém - Saudades!!!
Foram momentos tão difíceis que me ensinaram a sentir uma saudade imensa da Terrinha.




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19 de Maio de 2008 às 3:48 am
Essa terra do Pará é abençoada por Deus, pelas grandes diversidades que tem que vai dos minérios, a cultura, as frutas, as comidas típicas, a chuva das 3, a história imortalizada pela revolta da cabanagem que diga-se de passagem que foi a única revolta do povo aonde o povo conseguiu o Poder no Brasil. Mas a principal riqueza do Pará é o PARAESE.
29 de Outubro de 2008 às 3:42 am
Well written article.
26 de Novembro de 2008 às 2:56 pm
Dilza querida que bom! Mais maravilhoso mesmo se vc conhecesse o interior do Para, fantastico! Venha conhecer minha cidade, Itaituba, Obrigada e um grande beijo