Chega um determinado tempo na vida da gente que precisamos definir alguns pontos na busca de melhor qualidade de vida principalmente quando você já teve filhos, plantou árvores e escreveu livros (risossss).
Morando em Arembepe, decidi mexer com a terra, em pequena escala, e cultivar algumas ervas e preparar uma pequena horta.
Encantei-me recentemente com a beleza dos Nirás que cultivo, cheio bulbos e de flores
em momento de formação de sementes. Uma folha de sabor mais suave que o do alho e muito rica em vitaminas A e C . Tem cara de cebolinha, cheiro de cebolinha e gosto de cebolinha, mas não é cebolinha.
Receitas e maiores explicações sobre essa erva oriental e de sabor especial, clique aqui
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Taí uma “coisa” que a nada se compara – FAMÍLIA.

Apesar disso, um belo momento na vida, agente resolve se separar dela (nem que se veja e se fale quase todos os dias). No caso em questão, euzinha moro só numa tentativa vã de desapego a filhos e netos.

Com nossa Camilinha de fêmur fraturado, ficamos impossibilitados de nos reunirmos na Casa da Mama na Sexta-feira Santa e aproveitamos para todos juntos, já que estamos literalmente uma família de peso, mudarmos o tradicional e exagerado cardápio bahiano (caruru, vatapá, feijão de leite, arroz, moquecas de peixe, camarão e siri ou caranguejo catado, frigideira de bacalhau, farofa de dendê e etc, etc, etc) e nos deliciamos com um Caruru à Paraense

com arroz branco e vinho….hummmmmmmmmmmm. Prá você que nunca experimentou, vai aí a receita!
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