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Um dia qualquer eu escrevi esse poema…gosto muito!!!!

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Você chegou tão lentamente

que só percebi quando me tocou.

Mas tocou-me tão mansamente

que marcou.

Marcou de uma forma tão doce

que me encantou.

Este encanto atingiu todos os pontos do meu corpo,

de uma forma tão bonita,

que me fez feliz.

Mas tão feliz…

Hoje

Você se foi

e vejo uma coisa

que me separa desta felicidade.

É sombria,

sem vida,

sem cor.

Saudade.

Esta saudade

me deixa frágil,

depressiva

e me faz sofrer.

Eu quero ser feliz – só isto;

e dependo de Você.

Volta!!!!

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É tão difícil ser,

     viver

         crescer,

                morrer

É tão difícil sofrer,

      correr

          pensar

              e até amar

Por que ser difícil ser

Se ser

Sobretudo é viver,

É crescer

Até morrer?

 

Mas…

Se ser é crescer, viver até morrer,

pra que sofrer?

Pra que crescer?

Se pensar é tão bom,

tão bom quanto amar

 

Se amar é tão bom…

     Pra que pensar?

        Pra que correr?

           Pra que sofrer?

              Pra que morrer?

Por que não só amar

      Sem pensar,

          Sem correr,

              Sem sofrer?

                   Só amar VOCÊ!

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Eu poeta!

Há muito resolvi, de momentos muito meus, colocar no papel e hoje aproveito para trazer para minha página, as marcas dos meus sentimentos. Doces, melosos, amargos, não importa! Esses meus sentimentos, como os seus, os deles, os delas….iguais a todos os  que falam a linguagem universal…o AMOR.

São alguns poemas  e vou trazê-los prá vocês, de uma forma regular, permitindo-lhes  ir conhecendo-os dia após dia e com isso, voltar sempre por aqui.

Transcreverei na íntegra o meu “Amostras do que sou”  da forminha que deveria ir para a gráfica.  

Um pouco de mim.

Meu nome é Dilza  filha de Antônio Manoel do Nascimento e Percília Silva do Nascimento, nasci na cidade de Gandu/Ba, Tenho só uma irmã, sou de Libra, não gosto de tomar decisões apressadas e não escapei da influências das artes. Amo pintura, harmonia dos sons, das cores e da poesia.

Conheci o meu marido, vieram meus três filhos: Ernesto Antonio, Aline e Arthur Péricles. Viajei muito, tudo isto coincidindo com um estado de saúde crítico (suposto das depressões). Deparei com diversas barreiras mas, a certeza de que devia merecer a tudo, a tudo atravessei mesmo tendo que tomar decisões difíceis, estou de pé, graças a Deus.

Gosto demais de grandes e sinceras amizades (pouco as encontrei), do amor, do dia, da noite, do sol, da lua, do barulho da chuva caindo sobre o telhado, ouvir música (os mais diversos estilos dependendo do momento), conversar, dar e receber carinho e, gosto demais de mim.

Não gosto da solidão - me machuca demais. Odeio política partidária - acho que homens unidos independentes de partido, governariam melhor. Detesto guerras e indiferenças.

Amando a própria vida e de momentos muito meus, saiu

“Amostras do que sou”

Dilza

P.S. Espero que gostem!

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Juntando pedaços de fase de uma vida que, com certeza deixou gravado na minha alma, dores e sentimentos que busquei transformá-los em lições na tentativa de poder passar por cima, eliminando falhas, podando os erros, foi que surgiu este VAZIO CHEIO.
Vazio sim, pois numa solidão imensa tudo era muito doloroso. Mesmo que eu me absorvesse de compromisso, que eu abraçasse meus filhos, visse pessoas, certamente ali, naquele momento, estaria imbuído um vazio de VOCÊ. Você carinho, afetividade, você amor.
Cheio? Também, pois em cada um desses momentos me dava conta do transbordar de sentimentos que me faziam viva, com muita força para continuar. Continuar nem que fosse só para escrever dos momentos vazios, dos momentos cheios.

Um beijo grande!

VAZIO IMENSO

Este vazio imenso

que emerge, que atordoa,

atormenta e faz sofrer

esta busca incessante.

Ah! Este vazio imenso

Ah!

Este vazio imenso

sem sentido, sem resposta,

cotidiano cansativo

vinte e quatro horas por dia

imenso vazio imenso.

Tenho vida, tenho filhos,

trabalho, estudo, passeio,

escuto, falo, escrevo

e este vazio me persegue

falta muito neste meio.

Amo, sinto, quero e dou.

Como seria se assim não fosse?

Perdida neste vazio imenso,

sem a força que complementa

essa amarga vida doce

Neste vazio imenso.

(Eu)


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