Posted by: dilza in reflexão
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
- “Qual é o gosto?” – perguntou o Mestre.
- “Ruim” – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse:
- “Beba um pouco dessa água”.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, O Mestre perguntou:
- “Qual é o gosto?”.
- “Bom!” – disse o rapaz.
- “Você sente o gosto do sal?” – perguntou o Mestre.
- “Não”. – disse o jovem.
O Mestre,então, sentou ao lado do jovem, Pegou em suas mãos e
Disse:
“A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta, é dar mais valor ao que você tem, do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É Deixar de ser copo para tornar-se um lago”.
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Posted by: dilza in reflexão
É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver.
Gabriel Garcia Marquez
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Posted by: dilza in reflexão
“Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros…
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer à s pessoas que nada foi em vão…que o amor existe, que vale a pena se doar à s amizades e as pessoas,que a vida é bela, sim e que eu sempre dei o melhor de mim…e que valeu a pena”
Carlos Drumond de Andrade
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Posted by: dilza in reflexão
MÃSCARAS
Cada vez que ponho uma máscara para esconder minha realidade,
fingindo ser o que não sou,
faço-o para atrair o outro e logo descubro
que só atraio a outros mascarados distanciando-me dos outros devido a um estorvo: A máscara.
Faço-o para evitar que os outros vejam minhas debilidades e logo descubro que,
ao não verem minha humanidade,
os outros não podem me querer pelo que sou, senão pela máscara.
Faço-o para preservar minhas amizades
e logo descubro que, quando perco um amigo, por ter sido autêntico, realmente não era meu amigo, e, sim, da máscara.
Faço-o para evitar ofender alguém e ser diplomático e logo descubro que aquilo que mais ofende às pessoas,
das quais quero ser mais Ãntimo,
é a máscara.
Faço-o convencido de que é melhor que
posso fazer para ser amado e logo
descubro o triste paradoxo;
o que mais desejo obter com minhas
máscaras é, precisamente,
o que não consigo com elas.
(Gilbert B. Lazan)
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